Tudo sobre painel de LED e suas principais características

O LED é uma abreviação para Diodo Emissor de Luz e trata-se de uma tecnologia de iluminação inovadora. Em comparação às lâmpadas incandescentes, os LEDs emitem luz através da luminescência elétrica, ao invés do aquecimento de um filamento metálico. Possuindo partes sólidas e sendo normalmente moldado em plástico transparente, os LEDs oferecem durabilidade e eficiência energética, sem gerar quase calor. E tudo começou quando Oleg Losev criou o primeiro LED em 1927. Só em 1994 o cientista japonês Shuji Nakamura conseguiu produzir LEDs azuis efetivos, abrindo caminho para a revolução LED que observamos na tecnologia moderna.

Você já se perguntou como funciona um display LED?

Um display de LED é formado por muitos diodos emissores de luz próximos. Ao variar o brilho de cada LED, eles são capazes de formar imagens. Para alcançar cores vivas e ricas, usa-se a mistura aditiva de luz, criando novas tonalidades a partir de três luzes básicas: vermelha, verde e azul. Essas três luzes compõem cada pixel do display, podendo criar bilhões de cores diferentes com uma única mudança na intensidade. Daí ao olhar para a tela LED a uma distância adequada, é possível ver a imagem formada por milhares de pixels coloridos.

RGB é uma sigla para os três primordiais pigmentos: Vermelho, Verde e Azul. Esta paleta de cores abrange todas as nuances visíveis e é amplamente empregada em telas, como por exemplo, em tela de LED.

O que é Dispositivo de Montagem em Superfície (SMD)?

É um tipo de componente eletrônico, instalado diretamente na placa de circuito impresso, ao contrário do método de soldagem de pinos de metal na parte inferior da placa. Na área de displays de LED, a tecnologia SMD é aplicada de modo distinto. Um display SMD consiste em um conjunto de LEDs – vermelho, verde e azul – encaixados em pequenas embalagens de plástico, acopladas à superfície da placa de circuito. Isso ocupa menos espaço, produzindo displays com resolução aprimorada e maior nível de detalhamento.

Qual é o consumo de energia de um display de LED?

A tecnologia de LED é muito eficiente quando se trata de economia de energia, o consumo energético de uma tela interna, por exemplo, é diferente do de um painel digital externo, que é visível a luz do sol. A luminosidade da tela também conta. A imagem tem que ser clara, mas o reflexo da tela não pode ofuscar a visão. Telões de LED externos precisam ser mais brilhantes durante o dia do que à noite.

O conteúdo mostrado também influencia o consumo. Os displays LED usam diodos coloridos para mostrar imagens ajustando a luminosidade. Uma tela inteiramente branca com letras pretas, por exemplo, exigirá muito mais energia para acender do que um texto branco sobre um fundo preto.

Qual é a relação entre densidade de pixels e resolução de tela?

O pixel pitch da tela de LED é a distância entre os diodos. Cada grupo deles, que são vermelho, verde e azul, forma um pixel. Uma tela LED com um pixel pitch de 1 cm terá 100 x 100 pixels por metro quadrado. A resolução da exibição é dada como um par de números, relacionando a largura e altura de pixels. Por exemplo, uma tela de 6 x 8 metros com 1 cm de pixel pitch possui 600 x 800 pixels. A densidade de pixels dos displays LED varia de vários centímetros até um único milímetro.

Qual resolução deveria escolher?

O ideal é encontrar um equilíbrio entre a distância de visualização do público e a qualidade da imagem. Quanto maior a resolução, mais dispendioso pode ser. Para projetos em uma rua principal ou fachada de prédio, não é recomendado optar por resoluções altas – não seria necessário e ainda por cima seria custoso. Por outro lado, para displays próximos à audiência, como no nível do chão de uma loja, é preciso uma tela com uma definição melhor. A regra geral para telas LED é: 1 mm de densidade de pixel para cada metro de distância de visualização.

O que são nits?

Esta é a unidade usada para calcular a luminosidade de uma tela LED. É outra forma de dizer “candela por metro quadrado”, que é o termo empregado para referir-se à luminosidade medida pela percepção humana de diferentes cores. Se considerarmos que uma candela é aproximadamente a mesma luz que uma vela normalmente produz, esta unidade torna-se a mais lógica para mensurar a luminosidade de uma tela. Por outro lado, não se deve misturar nits com ANSI lumens, pois este último é o que se emprega para avaliar o brilho de um projetor de vídeo.

O que é Compatibilidade Eletromagnética (EMC)?

Esta é uma área de estudo da Engenharia Elétrica que trata do impacto que a radiação eletromagnética emitida pelos dispositivos elétricos pode ter sobre outros equipamentos. Embora esta radiação não prejudique a saúde humana, pode causar problemas a outros equipamentos, como quando você usa um celular próximo a um alto-falante velho e ouve algum ruído.

Por isso, a UE estabeleceu a Diretiva EMC para proteger os dispositivos elétricos de qualquer efeito nocivo. Esta diretiva garante que os equipamentos não produzam e não sejam afetados por interferências eletromagnéticas, e também que não interfiram com o rádio ou comunicação. É muito importante ter este tipo de regulamento, especialmente em áreas como aeroportos e hospitais, onde um efeito adverso entre os dispositivos elétricos pode ser perigoso. Os monitores Expromo são totalmente compatíveis com a Diretiva EMC da UE.

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